Influenciador teve sua conta suspensa após ataque coordenado - Imagem: Divulgação.
Já fazem 7 meses desde que o perfil Gamer Antifascista, gerido pelo advogado e ativista Anderson do Patrocínio, foi suspenso da plataforma Twitter, após uma crítica direcionada ao streamer Gaules – um dos maiores streamers do mundo -, após uma série de falas, criticando movimentos sociais como o MST e o MTST.
Caso você queira saber mais sobre esse caso, CLIQUE AQUI.
De lá para cá, Anderson tentou todos os meios para reativar sua conta na plataforma – que foram desde um contato direto com a plataforma, chegando ao ponto de entrar com um processo na justiça, para reaver o direito de utilizar novamente a conta. Em decisão favorável ao advogado, a justiça do estado de São Paulo determinou que a plataforma removesse a suspensão da conta, no prazo de cinco dias, a contar da data da decisão, sob pena de multa diária de R$300,00, limitada a R$30 mil.
Os detalhes sobre a decisão podem ser conferidos NESSE LINK.
Ao que tudo indicava, a decisão judicial colocaria um fim à suspensão do perfil “Gamer Antifascista”, que poderia retornar às suas atividades, trazendo debates pertinentes na tríade de jogos eletrônicos, política e inclusão social. Mas nem tudo são flores nesse caso.
Após o término do prazo, o SALVANDO NERD, em cobertura desse caso desde a suspensão do perfil da plataforma de microblogs, conseguiu contato diretamente com a assessoria de imprensa do Twitter, que se limitou apenas a dizer que “não comenta casos que estejam em andamento”, não conseguindo mais nenhuma resposta da plataforma desde então.
Após o banimento de Antifa, outro popular perfil que parodia a Nintendo acabou passando pela mesma situação. A Deusa Nintendo, que é abertamente contrário ao governo de Jair Bolsonaro e suas “políticas neoliberais” – assim como o Gamer Antifascista – teve seu perfil suspenso em 11 de junho de 2021, sem nenhum motivo aparente de ter quebrado alguma regra da plataforma. No último dia 16 de outubro, o perfil teve sua suspensão removida pela plataforma e pôde retornar às suas atividades online.
Segundo a justificativa da plataforma, o perfil foi suspenso após “um sistema que identifica vários perfis de spam ter identificado a conta como sendo uma conta de spam por engano”. Confira a resposta (automática) da plataforma:
Enquanto isso, Antifa segue na luta para retornar ao Twitter. O advogado já entrou com um recurso na Justiça para que o Twitter libere o acesso a sua antiga conta.
Até lá, seguimos acompanhando o caso e cobrando a plataforma, que acate a decisão.
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