Imagem: Reprodução.
O assassinato da jogadora Ingrid ‘Sol’ Bueno, de 19 anos, chocou o Brasil na última semana. Morta pelo também jogador Guilherme Alves Costa, conhecido como ‘Flashlight‘, de 18 anos, de forma brutal, o fato mais uma vez acendeu uma luz para a discussão da violência contra as mulheres dentro da comunidade gamer.
Novas informações surgiram após a divulgação de uma troca de mensagens entre o assassino e a vítima, revelando alguns detalhes sobre a relação dos dois.
O pai de Ingrid conseguiu ter acesso a mensagens trocadas com Guilherme, e fortes indícios apontam que o rapaz já pensava em matá-la. Em uma das conversas, Ingrid disse que estava suspeitando de que estivesse contaminada pelo coronavírus. Guilherme insiste em se encontrar com a jovem, mesmo que o resultado do exame constasse positivo.
Em seguida, um trecho chama a atenção pela maneira como ele fala com Ingrid. “Você deve ser minha. Isso faz parte do sacrifício. Agora você não entende, está confusa“. Ingrid rebate o rapaz, dizendo: “Isso não é um livro, Guilherme“, que responde em seguida: “Mas em breve você vai entender o real motivo de eu pedir isso“.
Ingrid e Guilherme em troca de mensagens. Foto – Divulgação / R7 – Reprodução: Drops de Jogos.
A Justiça autorizou a quebra do sigilo de dados do celular de Guilherme, para saber se ele agiu sozinho e o que conversava com a vítima. Já a defesa aguarda o resultado da perícia e também do laudo psiquiátrico, pois creem que Guilherme sofra de algum distúrbio.
De acordo com o livro que Ingrid cita na conversa, Guilherme diz que fazia parte de um grupo “sem nenhuma relação pessoal, tudo virtualmente através de um canal na deep web”. Os advogados de defesa de Guilherme rebateram essa informação, dizendo que o jovem nega fazer parte de qualquer tipo de culto ou que tenha a orientação de algum “líder”. Ele teria dito aos advogados que “não sabia o que estava fazendo” e que “estava fora de si”.
Fonte: Drops de Jogos / R7
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